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Saudado como bastião do pensamento progressista quando foi indicado para o STF, Luís Roberto Barroso negou hoje o mandado de segurança contra a votação da PEC 241 apresentado por deputados do PT e do PCdoB.
Ele poderia ter ficado nas tecnicalidades jurídicas, mas fez questão de elogiar a PEC, relacionando-a à "responsabilidade fiscal", que seria "fundamento das economias saudáveis".
Na (falta de) reação ao golpe, Barroso já mostrou que era um covarde. Agora, parece ser pior do que isso.